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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Presente de Natal ! (mas vai demorar ...)


"Barbra" e Seth. Precisa mais? Dois comediantes generosos (ok, ele bem mais que ela, mas ela é diva) com timing perfeito. Seth aliás me tranquilizou ao voltar à velha boa forma, fofo, um ursinho rs.
Ok, tem o lance da saúde, mas realmente detestei quando ele apareceu todo magrelo e rasgado. 
A graça nasce da imperfeição, da assimetria, do que foge ao previsível. Talvez esse seja o motivo de todas as pessoas engraçadas terem em comum uma paradoxal melancolia (Assista o filme O Palhaço que você vai entender melhor e ressignificar o valor da graça, do humor no cotidiano).
Mas o filme em questão é quase uma catarse para a galera da geração X, que vive às voltas nos divãs a busca de respostas existenciais infindáveis...
Esse tipo de comédia é quase terapeutica. Você leva sua mãe, todo mundo se identifica, rindo de leve e todo mundo acaba pensando um pouco, o que é sempre bom: arejar a mente. 
Porque de repente aquele menino é um homem, que talvez você nem conheça direito e que também não te conhece direito. Mas vocês são mãe e filho... Ironias da vida. E em uma destas, um filho (Seth) é obrigado a fazer uma viagem de 8 dias de carro com sua mãe (Barbara).
Confie em minha opinião: não tem como dar errado. 
Desopilante.
Eu ri só de ver o video acima.
Infelizmente, lançamento previsto apenas para o Natal.
Mas, já fico feliz esperando risadas garantidas.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Um toque de Derek Bok

"SE VOCÊ ACHA A EDUCAÇÃO CARA, EXPERIMENTE A IGNORÂNCIA"
DEREK BOK - ex-Reitor de Harvard
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Quanto mais ignorância, melhor para os que se mantêm no poder...
Então, se você conseguiu chegar a um curso superior (em qualquer área) PARE de reclamar que há muito a ser estudado, de querer facilidades por "estar pagando", pare de se comportar como um cliente numa loja de roupas.
Você está pagando, investindo para ser EDUCADO, formado. Não para ter regalias ou ter tudo de mão beijada. Isso é um equívoco comum numa sociedade que há muito inverteu a prioridade dos valores "ser" e "ter". Não importa se você trabalha e paga seus estudos ou se ele é bancado por pais etc. APROVEITE A CHANCE DE SE DESENVOLVER. ABRA SUA MENTE. NADA DO QUE SE APRENDE É PERDIDO. PODEM TE TIRAR TUDO, MENOS O CONHECIMENTO QUE CARREGA EM VOCÊ.
Então, moçada, bora pensar diferente em 2012?!
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Fofura da semana (persistência felina...)

Nossa fofura dessa semana foi encaminhada pelo meu querido e lindo nutriamigo @Raphael Melo. Thanks, Rapha! E se vocês se julgam persistentes, é porque ainda não viram um gato com sono/preguiça.
Esse vídeo é pra GRITAR de tanta fofura...

domingo, 23 de outubro de 2011

O Pan, as Olimpíadas, a Copa e eu

Adoro, simplesmente a-do-ro, Pan e Olimpíadas. Não dou a mínima para Copa do Mundo. Por quê? 
Talvez porque os atletas das diversas modalidades formem uma comunidade bacana e humana nas vilas em que se hospedam, porque torçam uns pelos outros, porque tenham uma vida árdua e muitas vezes nem possam viver do esporte ao qual se dedicam. É mais raça, menos dinheiro, menos holofotes, menos endeusamento.
Gostaria que todos os atletas pudessem se dedicar exclusivamente ao esporte. Mas no país do futebol, sabemos que esta não é a realidade. E talvez seja por esse motivo, por solidariedade de uma modesta professora, que não simpatizo com o mundo do futebol. É muito dinheiro, muita permissividade, muita mídia. Para mim, todos os esportes são importantes e isso não combina com a visão do brasileiro médio. Outra coisa injusta: apesar de ser um esporte coletivo, no futebol são eleitos os craques. Como se o time não contribuísse para os resultados.
Futebol que me faz torcer é portanto o feminino. Algumas meninas já jogam fora do país. O país do futebol é também o país machista, dos homens. São meninas simples, que convivem com o preconceito e que apesar de tudo, jogam bonito.
Estou achando a Copa do Mundo no Brasil um verdadeiro esquema de desvio de verbas públicas (sou paranóica ou escaldada?). Uma maquiagem grotesca num país que não investe quase nada em esporte. Não investe nem em educação, nem em saúde. Sinto vergonha de pagar tanto imposto e ver quase nada sendo revertido para a população.
Cresci praticando esporte. No meu caso foi o tênis e o basquete, apesar de jogar de tudo um pouco. Cresci aprendendo que a prática desportiva é saúde e que nos ensina muito. Quantas crianças não estão por aí, largadas, sem a mesma chance? Se tivessemos governo sério, seria muito diferente. Se tivessemos um povo que levasse as eleições mais a sério, quem sabe?
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"Cada povo tem o governo que merece"




sábado, 1 de outubro de 2011

Um novo silêncio

Já aconteceu com todo mundo. Você manda um mail, mensagem, DM whatever e...a pessoa não te responde.
Bem, tem gente que quanto menos contato, melhor. Mas algumas que impõem esse novo tipo de "silêncio" provavelmente não sabem seu impacto.

Minha sábia amiga Claudinha, do Brasilicus, outro dia postou um frase interessante no FB: que agora ela seleciona suas amizades de acordo com a agilidade de resposta. Achei engraçado porque é o que a gente pensa mesmo quando imerso nesse silêncio do mundo virtual. Quando você sabe o motivo, vá lá, mas e quando não? Como sou uma pessoa bobinha, fico triste. Porque, às vezes, esse meio é o único de comunicação entre você e aquela pessoa. 
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Não saco nada de etiqueta na internet. Devo insistir? Ou me recolho no silêncio? Lógico, nada há  de se fazer quando se é ignorado. O jeito é não encanar. Mas engana-se quem não acredita que amizades surjam no meio virtual. Eles surgem e seus sentimentos são os mesmos que pessoalmente. Quem acha internet um modo mais seguro de se relacionar, pela distância, está redondamente enganado. Machuca igual. Pior: nada pode se feito, exceto aceitar.
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No twitter, ganhar ou perder seguidores não incomoda. Os contatos são em 140 caracteres e a oscilação de seguidores é normal e sazonal. Alguém pode não te responder porque não viu, dada a velocidade da timeline. Mas no FB, coisa mais íntima, não há como. Ou há?
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Tenho empatia, simpatia e curto essa geração Y de agora. Mas meu coração ainda é X. Daqueles que esperavam cartas e bilhetes e agora tem que se contentar em ficar dando F5... F5 e nada. F5 e nada e caixa vazia do correio é tudo mesma coisa...Mesmo sentimento.

F5 é a nova caixa de correio. O efeito é o mesmo...
Pós post: E como é BOM quando o F5 finalmente te traz novas letrinhas, uma mensagem tão esperada!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Tira Mundo Humano (Geração Y - a revolução) VII

JORNAL DE PIRACICABA - todos os direitos reservados
Clique em cima da tira para vê-la maior

Inspirada na obra de Melissa Miranda: "INÉRCIA A GERAÇÃO Y NO LIMITE DO TÉDIO"
Aliás, a autora estará na Paraler do Ribeirão Shopping no dia 23/09 a partir das 19:30h. Bora conferir?

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Eu respiro lixo de graça e você?

Pra quem mora em Ribeirão Preto e região, dois ítens indispensáveis:

Aspirador master plus para aspirar a fuligem e terra vermelha...
Umidificador para o 7% de umidade do ar...cof..cof..
 Mesmo assim, por aqui a gente simplesmente VÊ o ar que respira... Uma cor medonha, mistura de cinza com marrom. E, embora entenda que o setor sucroalcooleiro seja gerador de empregos, não dá mais para suportar, em pleno século XXI, tanta queimada de cana. Sério, setor milionário e ainda não inventaram coisa melhor para a colheita?! PQP! Daí vem alguém e fala: "ah, mas é caro etc". Tá, ok. Mas quanto vale poder respirar sem adoecer? O mais irônico disso é que os senhores da cana respiram o mesmo veneno. Mas pelo menos lucram com isso. Eu faço isso de graça e ainda tenho prejuízo (remédios, umidificador, tosse, mal estar...). Em meu mundo imaginário (que é ótimo, aliás), poderíamos enviar a conta dos remédios pra esse pessoal. Ah e quero dividir os lucros também. Respiro lixo de graça? Sério?!
 E a gente ainda quer ajudar o ambiente usando carros à álcool pra poluir menos. Fico pensando: será que poluimos menos usando carros à álcool? Explico: a monocultura da cana destrói as matas, desabriga e mata animais (um pecado!), enche nossos pulmões de fuligem (sim, tóxica sim) e torna nossos dias um calvário... Será que carros à álcool não geram cada vez mais esse ciclo dos infernos? Além disso, o setor faz o que quer com o preço do etanol, de acordo com o preço do açúcar no mercado externo. Por exemplo, nós que moramos no meio de canaviais, pagamos uma exorbitância... No meu mundo ideal pararíamos de usar e comprar carro à álcool até que a indústria sucroalcooleira se mexesse e investisse em modos mais ecológicos e sustentáveis de produção.

Fofura da semana (mãe é mãe...)


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Fofura da semana (rachando o bico)

Ao receber uma carta de rejeição de emprego, o pai resolver rasgá-la junto com seu filhinho de 8 meses.
Bem, a reação do bebê já diz tudo. E esse pai mostrou o que realmente importa nessa vida. 


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Fofura da semana (chiuaua dançarino de Flamenco)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Problemas democráticos em HD

Em entrevista à Luciana Gimenez, Ana Hickmann contou o apuro passado com o marido na busca por atendimento emergencial hospitalar. Até hoje sem explicação, ele sofreu um rompimento de baço. No fim deu tudo certo, mas o desencontro de informações e a morosidade no atendimento a fizeram passar pelo "pior dia de sua vida" segundo a própria.
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Nessas horas a gente vê que a falta de estrutura da saúde atinge pobres e ricos. É um desses problemas democráticos. Tenha você o dinheiro que tiver, isso não o protege de certas coisas.
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TV em HD é uma nova dimensão. Em meio a lágrimas de Ana Hickmann, pude notar pela primeira vez a presença de cicatrizes de acne e varicela na pele que antes eu imaginava perfeita. Imagens em HD matam qualquer ilusão de perfeição. Nesse contexto, Luciana Gimenez tem de fato uma pele perfeita ou um maquiador mágico.

domingo, 31 de julho de 2011

Proposta para o Japão






Seguinte: fui tomar café da manhã VIP numa padaria aqui de RP e, TV ligada na Globo News, fico sabendo de uma novo tremor (terremoto?) de quase 7 na escala de nome complicado. De novo?
A coisa vem sendo feia no Japão e não é de hoje. Até bombas atômicas os japoneses tiveram que enfrentar.
Cheguei à conclusão de que o Japão, aquela ilhona no meio do mar, não é um lugar bom pra morar. Nem para os japoneses. Então, o que fazer com a população de cerca de 128 milhões de japoneses?
Minha proposta é que TODOS se mudem para o Brasil. Temos um território imenso e ocioso, especialmente na região Norte. Uma região em desenvolvimento (resumindo: pobre) e carente de tecnologia sustentável.
É aí que entram os japoneses. Se eles conseguiram sobreviver até hoje na caótica ilha, com mil desvantagens climáticas e geográficas, imaginem o que não fariam pela região Norte brasileira? Podemos incluir o Nordeste e o Centro-Oeste na mudança. Tenho certeza que a disciplina, sabedoria e criatividade dos japoneses promoveriam um avanço nessas regiões que nem dois séculos trariam. Agricultura, construção civil, fábricas, mão de obra qualificada, sim, os japoneses são os imigrantes dos sonhos. Haveria, obviamente, um compromisso de todos de inclusão de brasileiros em todas as empreitadas e de promoção do ensino e condições de vida dos nativos (nós). Imaginem o up que as escolas não sofreriam? Imaginem a formação de técnicos como não bombaria?
Então é isso. O Japão pode ser salvo pelo Brasil e o Brasil pode se desenvolver abrigando os japoneses.
Só espero agora que a Dilma leia o MH...

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Fofura da semana (miado fofo do gatinho)

ADORO gatos pretos. Tenho um atrás de meu tornozelo esquerdo até. Pra mim simbolizam resiliência e força para lutar contra a incompreensão, uma vez que foram e são perseguidos pela crença de estarem associados a má sorte. Bobagem. Gato preto é tudo de bom...
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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Comece bem a semana (com Frank Sinatra)


Música significativa para um dia especial para mim e para os que me amam. Tem uns trechos deprês, mas que de nós não carrega em si  luz e sombra?