quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Dia Mundial da Alfabetização

"(...) Quando uma mulher é alfabetizada, ela pode fazer escolhas para melhorar significativamente sua vida. Mas, 10 anos depois do Século 21, dois de cada três do total de 759 milhões de analfabetos adultos no mundo são mulheres. Esta é uma situação intolerável que reflete uma das injustiças mais persistentes dos nossos tempos: a desigualdade no acesso à educação.
Não há justificativa – seja ela cultural, econômica ou social – para negar educação a meninas e mulheres. É um direito básico e uma condição absoluta para atingir todos os objetivos de desenvolvimento acordados internacionalmente. O analfabetismo mantém as mulheres marginalizadas e constitui um dos principais obstáculos para a redução da pobreza extrema em um mundo movido a tecnologia, onde ler, escrever e saber contar é indispensável para desfrutar de direitos e oportunidades básicos.
Por todos esses motivos, o Dia Internacional da Alfabetização este ano focaliza o papel altamente significativo que a alfabetização tem para aumentar a autonomia da mulher (...)" 
IRINA BOKOVA, diretora geral da UNESCO, 2010.
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Num mundo em que matar mulheres a pedradas ainda  é algo a ser combatido e num Brasil, onde todos os dias mulheres morrem por violência doméstica, é impossível não refletir sobre a educação que (não) oferecemos às nossas meninas. 
Saber ler e estudar é a melhor arma na luta contra a marginalização de nossas meninas e mulheres na/pela sociedade.
Se você acha que não tem nada a ver com isso, porque as meninas ao seu redor foram todas à escola, pense novamente...Elas têm hábito de leitura? Têm acesso a livros? São incetivadas a ler tanto quanto a se embelezar?
Leia. Pense. Mude.

Ensine e/ou incentive uma menina a ler. Vai mudar a vida dela!


2 comentários:

Marcia Silva disse...

é inacreditavel que ainda existam pessoas que nao sabem ler neste mundo, nao e?

Let´s disse...

E eu sou a favor do papel, das cartas escritas à mão, do caderno brocura, dos papéis de carta, dos livros amarelados. A inclusão digital não trouxe um maior número de leitores e leitoras, infelizmente. Bjos, Ju.