Mostrando postagens com marcador Teste. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Teste. Mostrar todas as postagens

sábado, 26 de março de 2011


Negócio é o seguinte: internet já tem muito site especializado, gabaritado, pra te dar todos os dados técnicos, históricos e whatever sobre qualquer CD. Munido de todos esses dados, você não chega no que interessa: tem músicas fodas? E aí a música pode ser fodástica, apoteótica, mas é sobre a nauteza e o planeta por exemplo. Tá, importante, porém broxante se o propósito for um compor um setlist de músicas com beijabilidade - a música que estimula e/ou embala os melhores beijos.

Então, o MH orgulhosamente apresenta seu serviço de utilidade pública.

Música boa para beijar



O CD está todo muito bom pra ouvir de um modo mais calmo com seu xodó, mas com potencial para emoções mais fortes. Não é para grandes incêndios no entanto...A Adele, querendo aumentar sua platéia, deu uma Kellyclarcksonizada em várias músicas, o que pode irritar alguns.

CD com beijabilidade moderada.

Destaques para perder o batom:
- ONE AND ONLY
- SET FIRETO THE RAIN (dê uma chance, bem pop)
- RUMOUR HAS IT  (um pouco de pimenta...)

sábado, 2 de outubro de 2010

Rorschach é pop

Não lembra? O Brad podia fazer o papel dele no cinema!
Hermann Rorschach foi um psiquiatra suiço, imortalizado por seu trabalho sobre o significado psicológico de interpretações dadas a manchas de tinta (o famoso Teste de Rorschach). Infelizmente, ele morreu um ano depois de publicar seu trabalho, mas seus sucessores continuaram as pesquisas. Seu Teste (de 1921) é, ainda hoje, um dos mais investigados e utilizados  em todo o mundo (espero que meus amigos psicólogos se orgulhem de meu breve e leigo parágrafo sobre Rorschach!).
Pois não é que o cara era a cara do Brad Pitt? Fuçando na net, achei essa foto aí de cima. Se fizessem um filme sobre o o cara, podiam por o Brad no papel. Por favor, não considerem um heresia de minha parte. Parecer com Brad só agrega valor na pessoa, pensa bem! (rsrssr... o cara era gênio e gato)
Se você gosta de HQ como eu, vai se lembrar na hora de uma personagem do Watchmen chamado de Rorschach, que usava uma máscara na face que mostravam manchas (que mudavam), referência ao teste. Curiosamente, é uma personagem de estado mental super instável.
Viu? HQ é cultura também!

O Rorschach do Watchmen. Não é bem sacado?
Existem alguns desenhos animados que, quando mandam as personagens para um psi (cólogo ou quiatra), sempre as colocam avaliando manchas numas pranchas de papel. Já vi no Pernalonga, nos Animaniacs....
Conclusão: Rorschach já se incorporou à cultura pop.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Testes Toskovisk

Nada como psicologia barata, né? 
Brasileiro a-do-ra! Caso contrário, revistas e seus testes disso e aquilo, não teriam tanto sucesso. É possível saber de tudo e nem publicações "sisudas" como a Revista Veja escapam dessa simplificação da complexa mente humana. Em recente número, havia lá um daqueles testes para saber a quantas anda seu casamento... Sim, o caro leitor poderia com poucas perguntas saber o que em anos de reflexão ainda não havia definido. 
Acho que o sucesso dos testes toscos (Testes Toskovisk - para imprimir um ar sério e profundo, com um ar de Leste Europeu) vendem bem pelo mesmo motivo que uma cartomante ou vidente sempre consegue ter agenda cheia e lucrativa: o ser humano, em geral, quer respostas rápidas, simples e que não dependam de sua reflexão. Se houver uma razão externa para algo interno, então, será o paraíso. Porque nada como não ser responsável pelo que sente, pensa ou faz, né?
E nessa vibe, hoje ouvi uma daquelas pérolas, que divido com você agora. Pronto? Lá vai.
.
Dizem que você pode avaliar a personalidade de uma pessoa em três situações:
1. Num dia de chuva
2. Quando sua bagagem é perdida
3. Em frente a uma iluminada árvore de natal
.
Baseada no método Toskovisk, pensei alguns minutos sobre a questão.
Putz, frio e chuva me deprimem e só penso em dormir...
Cadê a mala, porra! PQP! Como assim?! México? What?!
Lindo, mas só penso na finitude de tudo e todos...

Conclusão: uma doida deprê. Viu que básico e rápido?! 
Pois é, e você aí...ralando na terapia há anos!
.