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sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Fofura da semana (gato depressivo)

Esse mundo não está fácil pra ninguém. Os números de portadores de depressão, transtornos de ansiedade e afins sobem a cada dia. Sistema desumano. Mas pensa que seu pet tem vida melhor?! Pois é, nem sempre. Eles também estão sofrendo. Aí vai o exemplo (Agredecimentos especiais à querida amiga e diva Carol Martins).

sexta-feira, 4 de março de 2011

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Fantasmas no meu quarto



"E mesmo na tempestade, em que quase naufragamos num mar de obrigações e afazeres, mesmo essas horas tão concretas do cortidiano não são respeitadas. Quem tem cabeça assombrada sabe do que eu estou falando. Os fantasmas não se importam com a ordem do mundo ao redor. Eles vêm. 
E, por vezes, acabam ficando tempo demais."

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Tropa de elite, osso duro...

... de roer!
Música chiclete que me pego ouvindo mentalmente, enquanto tento vencer os pequenos congestionamentos das avenidas e a irritação crescente com a vagarosidade do carro da frente. Será um lado (ou um fundo?) meu querendo me dizer algo que nunca se cala? Que carregamos uma sombra, que vez ou outra parece querer ofuscar nosso projeto de ser maiz zen, tolerante e bacana... (ser a outra?).
Fato é que me peguei pensando, e muito, qual posição almejaria conquistar, caso seguisse carreira militar ou na polícia. Curiosa a mente da gente. Pra que pensar nisso?  Mas, vamos lá: eu cheguei à conclusão de iria gostar de ser atiradora de elite.

Resolvendo num segundo.
Não pensei no posto que me pagaria mais ou daria  mais poder. Pensei qual função, das que uma leiga como eu conhece, eu iria amar fazer. Realmente curtir desde o treino constante até a ação em si. Uma das coisas que mais detesto é sofrer estresse. Ironicamente, na vida real trilho uma das profissões mais estressantes da atualidade. E até meu coração me trai, fazendo-me gostar de uma profissão imaginária ainda pior.
Então, por que me atrai tanto?
E aí penso que é como um punhal saíndo da mente, sem controle.
Uma parte de mim me deu a frieza suficiente pra ficar à espera com a mira feita e o dedo em um gatilho sensivel. A outra parte anseia intensamente por disparar o quanto antes pra poder ter a sensação do alívio que todo "por um triz" provoca quanto se acerta o alvo. Quando um problema ou um inimigo, pode chegar ao ato final, ao duelo derradeiro. Matar e morrer, no mesmo segundo. E, morto e vivo juntos, poderem seguir adiante.
Que sedutor resolver muitas coisas num disparo só...não?
Ainda mais quando se vive sem conseguir sequer mirar num alvo só.
Depois paro e penso que talvez seja só o avesso de uma identificação com o alvo da mira. Sim, acho que seria atiradora de elite por me sentir o tempo todo no lugar do alvo.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Comece bem a semana ( com Muse)

Eu adoro versões de músicas que gosto (versões boas, não assassinatos musicais como os cometidos por Simone com a versão de Será do Legião Urbana, por exemplo...). Sempre gostei do The Smiths/Morrissey (e não parei ainda). Então, achei essa versão do Muse da clássica Please please please let get what I want, quase um breve hino da auto-piedade, que sempre caiu bem nos ídolos dos distantes anos 80 (nada dessa palhaçada positiva e alegre de Restar). A roupagem do Muse deu mais peso nas guitarras deu uma vibe de rebeldia que ficou ótima. 
Aumente o som, feche os olhos e sinta. Porque tem horas na vida, que só uma guitarra com um bom pedal heavy consegue expressar o que se sente.


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Odeio segunda, mesmo sendo terça


Não importa se foi feriado ontem, segundona, dia 15. Aliás, poderia ter sido feriado terça também que esse post estaria aqui. Porque não importa em que dia a semana comece que para mim será uma segunda-feira. E segundas me matam...

"Avisa o mundo pra dar um tempinho que eu já vou..."

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Nos dias frios

Não sei se é pelo fato de nosso país não ter as estações do ano tão marcadas, mas o fato é que dias frios podem surpreender nossos corpos e espíritos em alguns dias.
Nesses dias, parece que os ventos carregam consigo qualquer horizonte, qualquer Norte que prometa calor e esperança. As coisas perdem sentido. E que há para nos animar além da esperança, afinal? São dias de paralisia em que sobreviver ao frio ocupa todos os espaços de nossa mente...