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sábado, 24 de setembro de 2011

Pode ser?

Todo mundo já viu a propaganda da Pepsi do "Pode ser?" E aí o cara acaba descobrindo ou tendo acesso a algo melhor do que escolheria habitualmente? Até achei uma boa sacadinha, mas duvido que isso tenha abalado a Coca-Cola aqui no Brasil. Porque cá entre nós: Coca é Coca. Genéricos me irritam. Quebra um galho? Tá, quebra. No deserto não recusaria...Mas não é a mesma coisa.
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Sim, você assistiu o filme e os desenhos do Garfield (animação, na verdade). Mas se você conheceu o mesmo Garfield que eu, sabe que o das tirinhas é muito melhor e engraçado. Certo, os filmes atendem um público específico, que nem nota a diferença, mas eu noto. E Garfield pra mim, é o das tirinhas.
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Depois de ver e ouvir a Ivete Sangalo, assistir Claudinha Leite é uma experiência exasperante. Tanto quanto o genérico vintage Daniela Mercury. Ok. Daniela foi pioneira? Mas Ivete é diva. Nem ligo pra axé, não é a minha, mas ela canta muito, é linda, tem carisma e senso de humor. Ela é gente. Ivete é Ivetão. Claudinha é inha... Não é a toa.
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Adoro bombom Sonho de Valsa. O original. Quer uma coisa irritante? Derivações do Sonho de Valsa: intense, extreme, trufado...whatever. Isso é outro bombom, céus! Sonho de Valsa é só o original. E, sim, não troco por Serenata de Amor (o plágio tosco). Não abro mão e pronto. Por que? Porque eu prefiro. E me baseio em uma infinidade de variáveis e fatores de variação. Não sou displicente em minhas escolhas. E, sim, eu passo muito tempo pensando rsrs.
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Atualmente, encontrar algo com o sabor original é um achado. Batatas não podem ter gosto só de batata? Tem batata sabor presunto, churrasco, pizza... Isso não é batata. É propaganda enganosa até. Não seria melhor ter um produto para cada sabor? Alguém se ilude de que está comendo batata com a sensação de estar comendo churrasco? Não acredito. É muito poder mental. E muita sacanagem com o cérebro, pensa bem. E talvez chegue o dia em que ninguém mais saberá o gosto verdadeiro de nada. Tenho uma teoria de que foi a febre do remix que iniciou uma reação em cascata no Universo e tudo começou com essa tendência de se misturar, se fundir... E de repente não temos mais demanda por chicletes sabor hortelã. Tomadas pela febre do remix, as pessoas querem a experiência (porra, mas é só um chiclete! tem que ser uma experiência?!WTHF?!) do sabor Hortelã com Pimenta e Açaí- Evolution Power. Pensar nisso, me leva a pensar por que eu não sucumbi ao mesmo mal. Seria eu imune? Não, talvez só uma amante dos clássicos. Sei lá.
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Nem queira saber da atividade cerebral que tenho em frente a uma bandeja dessas...

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sábado, 5 de março de 2011

Pra quem não entende twitter

Povo pagando mico de teatrinho no BBB11.
 Olha só. Diana ganhou a prova do Anjo (que foi de sorte no final das contas). Patrocínio chique e bem prouzido da Garoto, que levou Jorge Fernando com sua simpatia e competência para dirigir um mini showzinho. O mais engraçado foi ver o diretor nem disfarçar sua alegria pela vitoriosa ter sido Diana. Não sei a edição vai passar isso.
Bem, esse post é pra explicar como o twitter é uma ferramenta rápida e responsiva aos principais eventos do país. Poucas horas depois da vitória de Diana e pelo fato do público saber que ela será imunizada, veja o que aparece nas trends brasileiras.

Sim, DIANA IMUNIZADA.
Veja como o twitter em pleno Carnaval responde às mensagens dos twitteiros, como é rápida a expressão de uma mensagem e seu impacto. Não é apenas noticiar antes, mas ainda dar um indicador do impacto daquela informação no universo de seus leitores e neste veículo, sugerindo algo do perfil, da identificação e do interesse de seus usuários sobre determinado assunto. Usuários são telespectadores e consumidores e ter a chance de direcionar uma propaganda para um público-alvo concentrado e ainda gerador de conteúdo e informação é uma fatia saborosa para investidores.
O twitter é contaminado pelas tentativas de usar seu sistema e induzir a produção de trends. Ele inclusive avisa se o trend é uma ação publicitária.
Não é interessante? Depois ouço as pessoas, que nunca entraram, dizerem: não gosto de twitter, não entendo, sei lá etc e tal.
Tá vendo?
Taí um bom motivo pra conhecer. Daí aproveita e me segue por lá também  @jutmundohumano

domingo, 3 de outubro de 2010

Memória Líquida

Hoje no twitter, presenciei um ato de bravura: @inagaki, todo feliz, anunciando que tinha achado Fanta Uva Zero num supermercado e que não era em qualquer lugar que se podia encontar tal iguaria.
Acostumada a manter secreta minha paixão por esta mistura de corantes e gás (provavelmente até radioativa...), não pude me conter...prestei solidariedade ao twitteiro, como um freqüentador do AA que se identifica com outro nesta sociedade tão preconceituosa...

E num exercício de libertação, porque não abrir de vez meu histórico mega junkie de consumo de líquidos? Então, prepare seu estômago...

Rótulo novo da velha gengibirra
Tradicional na região onde cresci (Interior de São Paulo, Piracicaba) e, até onde pude averiguar um exclusividade da cidade, a Gengibirra Limongi é minha memória mais antiga de bebidas trash que eu gosto. Vende até hoje! Experimentei recentemente. Não sei se foi a mudança para embalagens plásticas, ao invés do tradicional vasilhame igual de cerveja, mas não é mais a mesma coisa de meus idos anos. mas se você visitar a cidade, não deixe de provar essa versão ímpar da soda limonada.
Lembra de Gini? Poucos lembram
Seguindo a linha soda, lembro do delicioso Gini. Na garrafinha pequena, uma maravilha. Nunca mais vi...

Comtemporâneo ao Gini, tínhamos também o refri de laranja chamado Crush. É por causa desta bizarra bebida com cor digna de um Ajax que muitos ruivos pelo mundo foram escrotizados com o apelido "arroto de Crush". 


E como o consumo de frutas é super saúde, nada como ampliar nossa memória. Os clássicos da Brahma (guaraná, sukita - de laranja e a soda limonada) em suas garrafinhas cheias de peneuzinhos (coisa que não venderia nos dias de hoje, onde ninguém pode ter pneuzinho).

Provando ser uma delícia repaginada e atual, aqui está minha rainha Fanta Uva em sua refinada versão Zero. Delírio para os junkies que se preocupam com a silueta. Como @inagaka falou, difícil de achar. Detalhe mórbido: na minha opinião, quando perde o gás, fica ainda melhor!

Esse era o guaraná da Coca-cola, o Taí. Delicioso e parecido com o Kuat atual.

Jogando pesado agora, reavivo meu paladar com a famosa Maçã, presente em 100% das casas de avós. Se você nasceu na década de 70 e nunca experimentou, deve ter ficado uns 30 anos em coma. Lamento. Era um tipo de tubaína com maçã, mega doce e que vinha numa garrafinha escura de cerca de 300mL. Me deu água na boca só de digitar isso...


Poxa, mas que lixo! Só refrigerante?! Não! Tinha também essa maravilha de pozinho para "suco", sugestivamente chamado de Ki-Suco (eram os primórdios da propaganda zé-graça). Vários sabores que tinha em comum deixar sua língua colorida por uma semana.
E pra fechar com um clássico que divide a humanidade entre "os que gostam" e "os que não gostam", aqui está a incomparável Groselha Vitaminada Milani ! Iarrú! Melhor que esse xarope licoroso, só seu jingle chiclete ( Groselha vitaminada Milani/iarrú!/é uma delícía/iarrú!/...) com direito a cabecinhas que pulavam e gritavam iarrú! (são as do rótulo). Sério, pessoal que criava essas coisas devia tomar muito ácido...